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Adeus, Rainha Elizabeth! Relembre os momentos em que ela acenou para os direitos das mulheres

Hoje o mundo se despede da Rainha Elizabeth, mas seu legado ficará para a história, principalmente por seu apoio silencioso aos direitos das mulheres

(Ben Stansall/Reuters)

Aos 96 anos, o mundo dá adeus a Rainha Elizabeh II, que morreu nesta quinta-feira (8) em sua residência de férias, o Castelo de Balmoral, na Escócia. “A rainha morreu pacificamente em Balmoral esta tarde. O rei e a rainha consorte permanecerão em Balmoral esta noite e retornarão a Londres amanhã”, informou a Casa Real britânica no Twitter.

Considerada a matriarca mais poderosa do planeta, Elizabeth II se manteve no trono por 70 anos e teve o reinado mais longo da história. Durante sua trajetória, ela acenou diversas vezes em prol os direitos das mulheres de forma silenciosa, já que sua posição não permitia que ela se envolvesse abertamente em temas políticos. Aqui relembramos alguns desses momentos!

1. Ela mostrou que podemos fazer o que quisermos

A rainha foi a única mulher da família real que entrou nas Forcas Armadas. Segundo History.com, Elizabeth II é “é único chefe de estado vivo que serviu na Segunda Guerra Mundial”. Aos 18 anos, a rainha “vestiu um macacão” e ingressou no Serviço Territorial Auxiliar Feminino, treinando-se como mecânica e caminhoneira militar.

2. Ela não mudou seu sobrenome quando se casou

A antiga tradição de mudar o sobrenome após se casar foi algo que Elizabeth não aderiu. A decisão não teve bases ideológicas, mas foi um exemplo importante para diversas mulheres do mundo todo.

3. Ela dirigiu com o rei da Arábia Saudita

Em 1988, o rei da Arábia Saudita Abdullah bin Abdulaziz visitou Balmoral. Nesta época, o reinado dele proibia que mulheres digerissem. Para a sobrepesa de todos, a rainha simplesmente pegou o volante e levou o rei para passear.

4. A rainha mudou a linha de sucessão

A rainha apoiou, de forma discreta, a mudança na linha de sucessão para garantir que as mulheres tivessem as mesma oportunidades de reinar. É que historicamente os homens tinham preferência na linha de sucessão, mesmo sobre as irmãs mais velhas.

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