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Modelo russa que chamou Vladimir Putin de “psicopata” é encontrada morta em uma mala

A modelo estava desaparecida há um ano

A modelo russa Gretta Vedler, que estaba desaprecida há um ano, foi encontrada morta em uma mala. O desaparecimento da jovem ocorreu logo após ela publicar em suas redes sociais diversas mensagens contra o presidente da Rússia Vladimir Putin. Ela chegou a chamá-lo de psicopata.

O autor do crime foi identificado e, segundo as autoridades, é Korovin, o ex-namorado da modelo, que teria a estrangulado após uma discussão. Após o crime, ele continou postando mensagens nas redes sociais da modelo para que todos acreditassem que ela ainda estava viva.

No entanto, segundo informou o portal Mega Notícias, policiais identificaram que o sujeito dormia com o cadáver da modelo em um quarto de hotel na região de Lipetsk e que o corpo estava dentro de uma mala recém-adquirida.

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Ela percorreu 17 km carregando seu cachorro de 12 anos para fugir da guerra na Ucrânia

A história de Alisa, uma mulher de 35 anos, deixou os internautas emocionados. Ela percorreu mais de 17 km levando seu carrorinho, de 12 anos, nos braços para fugir da guerra na Ucrânia.

Ela contou ao o The Guardian que decidiu deixar o país junto com sua família. “Saímos de Kiev em um carro pequeno (...) éramos nove, eu, minha mãe, minha irmã, nossos dois maridos, quatro filhos e dois cachorros grandes, incluindo um pastor alemão idoso. Dirigimos por 16 horas até uma cidade a cerca de 140 quilômetros de Kiev”, disse.

Em seguida, a família chegou até a fronteira com a Polônia. “Decidimos caminhar os últimos 17 quilômetros até a fronteira. Saímos às 4 da manhã, estava -7°C. Foi uma jornada difícil através de montanhas e rios. Meus filhos estavam chorando de frio. Eu queria chorar também, mas não podia desistir... foi ideia minha ir até a fronteira “, contou.

Ela cantou que precisou levar o cachorro nos braços, pois ele tem problemas para andar “e caia a cada quilômetro e não conseguia se levantar. Parei carros e pedi ajuda, mas todos recusaram. Fomos aconselhados a deixar os cães, mas nossos cães são parte de nossa família”, destacou.

A família conseguiu cruzar a fronteira e Alisa espera que o conflito possa ser resolvido para retornar a sua casa. “Meu pai ainda está no necrotério e espero que quando ele voltar ainda esteja lá. Farei o melhor funeral possível “, acrescentou.

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