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Pais querem processar escola por filho ser pego em relações sexuais no carro

O caso deixou muita gente indignada

Pais querem processar escola por filho ser pego em relações sexuais no carro

Ser pego em relações sexuais dentro de um carro na escola não é algo que muita gente se orgulha de ter feito, mas dois pais foram além e, quando se viram nessa situação, ficaram ainda mais insatisfeitos com a escola do que com o filho, dizendo que tomariam medidas contra a instituição, processando a escola já que o filho foi pego.

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Segundo a conta do Salt Lake Tribune no TikTok, o casal argumentou que “seus direitos constitucionais de pais de seus filhos e liberdade de religião foram violados”, já que o filho não foi supervisionado o suficiente dentro da escola, o que o levou a ser pego nessa situação durante o período de aula.

O Tribunal ainda contou que os pais faziam parte de uma religião que proíbe o sexo antes do casamento, dizendo que a Skyridge High School, em Utah, “‘deu aos alunos tempo livre durante a última semana de aula, mas não fez o suficiente para ‘ajudar seus esforços como pais para evitar que [seu filho] JD fizesse sexo’.”

O casal ainda dizia que tentava falar com o filho, mas que ele não atendia as ligações e isso fez com que a mãe o procurasse com a namorada, dentro do carro na propriedade da escola. Com isso, os pais fizeram o possível para garantir que seu filho não tivesse relações sexuais antes do casamento, e que ele fosse acompanhado por outra pessoa durante os encontros com a namorada, e até por um irmão mais velho nas viagens de ida e volta.

Mas, o distrito refutou as alegações: “‘O distrito não impediu que a pessoa proibisse JD de praticar sexo antes do casamento’.” Além disso, como os pais dizem que não foram alertados sobre os horários livres, não puderam tomar a melhor decisão sobre essa questão.

Nos comentários, muitas pessoas disseram que essa não é culpa de ninguém. “Como um aluno que estava neste distrito, minha escola nos notificou que a frequência era flexível naquela semana e acho que outras escolas provavelmente fizeram o mesmo”, comentou um usuário.

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