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Pantanal: veja as principais diferenças entre o Jove da primeira e da segunda versão

Mais de 30 anos separam as duas versões, será que eles são tão diferentes assim?

Jesuíta Barbosa é o responsável por dar vida ao personagem Jove na nova versão de ‘Pantanal’. N versão original, de 1990 escrita por Benedito Ruy Barbosa, a responsabilidade do papel era de Marcos Winter.

Mais de 30 anos se passaram entre as duas produções e o que muitos telespectadores têm se perguntado é se o Jove da Manchete (canal de TV extinto que exibiu a primeira versão) seria muito diferente do Jove da Globo.

Aqui a gente te conta as principais diferenças e semelhanças entre os dois:

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Choque cultural

Se na versão atual, Jove chocou o pai e os peões da fazenda por ser vegano e totalmente contra a crueldade animal, na versão de 1990, o personagem causa estranheza dos pantaneiros por comer a carne do churrasco em um prato, sentado. Muito diferente do que os locais estavam acostumados.

Aparência

Seguindo os padrões de beleza da época, o Jove de Marcos Winter se apresentava como um típico “playboy” carioca, com cabelos claros e escovados, camisa e calça cáqui. Já a versão de Jesuíta Barbosa, é o típico jovem urbano descolado que usa camiseta de banda e cabelo bagunçado (mais próximo do estilo dos jovens de hoje em dia).

Deboche

Na primeira versão da novela, Jove se apresenta como um rapaz mais debochado, que desafia a dureza do pai José Leôncio com comentários sarcásticos. Já na segunda versão, apesar de ser bastante “respondão”, Jove é um pouco mais retraído e fala com mais seriedade ao dizer que desistiu da faculdade para encontrar o verdadeiro sentido da vida na profissão que ama: fotógrafo.

Homofobia e militância

Os constantes questionamentos sobre a sexualidade de Jove é uma característica das duas versões, no entanto, a maneira como os personagens lidam com a questão é bem diferente. Em 1990, era comum vermos piadas de cunho LGBTfóbico na televisão, ainda que o Jove dessa época as usasse para ironizar e provocar quem falava sobre sua orientação sexual.

Já o Jove de Jesuíta tem aproveitado os momentos de manifestações homofóbicas e machistas para introduzir um discurso consciente sobre a violência contra LGBTQIA+ e mulheres.

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