logo
Saúde e Bem-estar 20/05/2021

‘Dr. Google’: é aconselhável pesquisar os sintomas de uma doença na internet?

Profissionais aconselham pacientes a não pesquisarem sintomas na web, mas muitas pessoas recorrem à rede quando se sentem mal

Por : Redação

Uma pesquisa do Hospital Brigham and Women’s e do departamento de política de saúde da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, explorou o impacto das pesquisas na internet em diagnósticos. O resultado? Sugere que a web pode não ser tão ruim assim.

Os profissionais costumam aconselhar os pacientes a não pesquisarem seus sintomas na internet antes de irem para uma consulta, mas muitas pessoas recorrem ao “dr. Google” quando se sentem mal.


Leia também

Se você está gostando deste conteúdo, é provável que também se interesse pela nossa publicação mais recente:


“Cibercondria”

A preocupação com a “cibercondria”, isto é, a ansiedade induzida pela internet, tornou tais pesquisas controversas.

Em um estudo com 5 mil participantes, cada um foi convidado a ler uma pequena vinheta de um caso que descreveu uma série de sintomas e imaginar que alguém próximo a ele experimentou os sintomas descritos.

Os participantes foram convidados a fazer um diagnóstico com base nas informações fornecidas e, em seguida, pesquisar na internet por seus sintomas e oferecer o diagnóstico novamente.

Os casos variaram de leves a graves, mas descreveram doenças que comumente afetam pessoas comuns, como vírus, ataques cardíacos e derrames.

O veredito

Os pesquisadores descobriram que as pessoas eram um pouco melhores no diagnóstico correto dos seus casos após realizar uma pesquisa na internet.

Os participantes não demonstraram qualquer diferença em suas habilidades de triagem ou relataram uma mudança na ansiedade após o uso da web.

“Nosso trabalho sugere que provavelmente não há problema em dizer aos nossos pacientes para pesquisar no Google”, explica o autor do levantamento, David Levine.


⚠️ Atenção: este texto é de caráter meramente informativo e não tem a intenção de fornecer diagnósticos nem soluções para problemas médicos. Em caso de dúvida, consulte um especialista antes de começar qualquer tipo de tratamento.


Leia também


Apoie

Compartilhe os textos da NOVA MULHER com os seus amigos através das redes sociais e dos aplicativos de mensagem. O seu apoio ajuda a manter este site 100% gratuito. Cada contribuição é muito valiosa para o trabalho da nossa equipe de redatores.


Siga-nos

Você gostou deste conteúdo? Então siga a NOVA MULHER nas redes sociais para acompanhar mais novidades e ter acesso a publicações exclusivas: estamos no Twitter, no Instagram e no Facebook. Além disso, fazemos parte do Google Notícias: