Saúde e Bem-estar

Como a carência impacta na nossa vida sexual após a pandemia?

Quando a pandemia chegou, muitos pensaram que teríamos um baby boom e nasceriam diversos bebês da pandemia, não é mesmo? Mas, uma pesquisa do Reino Unido revela que estamos praticando menos sexo do que o normal desde o lockdown. E essa questão pode ser por conta dos hábitos que adquirimos durante o confinamento, ou alguns bloqueios que desenvolvemos durante a pandemia.

Perdemos algumas conexões e o jeito de começar algo novo também, e com isso consequentemente perdemos intimidades, nos fazendo sentir menos disponíveis no lado físico da coisa.

Aquela coisa de “one night stand” ou “ficada de uma vez só” talvez demore para acontecer de novo, muito porque estamos com medo das coisas que ainda são incertas e que precisamos nos adaptar nesse período de sobrevivência que levanta diversas questões, mas principalmente se a pessoa está com Covid ou não. Nossas defesas seguem em alerta, muito maior do que antes.

“Não devemos subestimar o efeito psicológico que ouvirmos para manter distância dos outros teve sobre nós”, diz Nichi Hodgson para a Glamour UK, especialista em namoro e autor de The Curious History of Dating: From Jane Austen to Tinder. “Depois de ouvir que devemos manter distância por até dois anos, o sexo casual não parece mais tão fácil e gratuito.”

A monogamia, que já era uma coisa vista como monótona por muitos, passou a ter mais desse peso em cima dela, sendo vista como algo menos atraente e que não traz aquela excitação do novo, ainda mais quando ficamos presos com só uma pessoa por muito tempo, e não é à toa que muitos casais acabaram se divorciando durante a pandemia.

Agora, com a flexibilização o cenário se transforma totalmente, já que o sexo é uma ação habitual e nosso corpos precisam de mais ativação para desejar fazer mais também. “É importante pensar sobre que tipo de seca de intimidade (plural) você tem na sua vida. Talvez você tenha uma boa conexão romântica com seu parceiro, mas negligencia sua vida espiritual - e onde você gostaria mais “, diz Nichi.

O importante é estabelecer limites e ir com calma para cultivar a intimidade emocional e espiritual, deixando tudo correr conforme seu tempo, assim como sua libido e imaginação sexual.

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