Saúde e Bem-estar

‘Remédio para emagrecer’ é aprovado; quem pode tomá-lo?

A obesidade está associada a várias doenças, incluindo diversos tipos de câncer. É por isso que cientistas desenvolvem medicamentos para ajudar os pacientes a mudar hábitos que levam ao excesso de peso

Desde 2014, a Food and Drug Administration (FDA, agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos) não aprovava um medicamento contra o sobrepeso e a obesidade crônica em adultos. Porém, a situação mudou recentemente.

Não se trata de um remédio novo: a semaglutida já foi usada para controlar o açúcar no sangue de pessoas com diabetes. Mas, agora, ela também pode ser indicada para ajudar no processo de emagrecimento.

A obesidade está associada a várias doenças, incluindo diversos tipos de câncer. É por isso que cientistas desenvolvem medicamentos para ajudar os pacientes a mudar hábitos que levam ao excesso de peso.


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Como funciona?

A semaglutida é injetada por via intramuscular e atua nas áreas do cérebro responsáveis ​​por regular o apetite e a ingestão de alimentos.

Quem pode receber?

A aprovação da FDA inclui uma descrição de quem pode receber este medicamento: pacientes com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior do que 30 kg/m².

Quem tem IMC maior ou igual a 27 kg/m² com pelo menos uma comorbidade associada ao excesso de peso também está incluído na lista.

Quais são os efeitos secundários?

A semaglutida pode causar tumores cancerígenos na tireoide. Outros sintomas secundários são:

  1. náuseas
  2. diarreia
  3. vômitos
  4. prisão de ventre
  5. dor de estômago
  6. dor de cabeça
  7. fadiga
  8. indigestão
  9. tontura
  10. distensão abdominal
  11. níveis baixos de açúcar no sangue em pacientes com diabetes tipo 2
  12. flatulência
  13. gastroenterite

⚠️ Atenção: este texto é de caráter meramente informativo e não tem a intenção de fornecer diagnósticos nem soluções para problemas médicos ou psicológicos. Em caso de dúvida, consulte um especialista antes de começar qualquer tipo de tratamento.


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