Afroempreendedorismo: as lojas que vendem roupas com referências africanas

A falta de representatividade na moda e o entendimento da importância de valorizar e reforçar a identidade de pessoas negras por meio da estética africana.

Esses dois, fatores, são certamente o que movem muitos afroempreendedores. Eles utilizam a roupa não só como uma questão estética, mas também política e de resistência. Ficou interessado em conhecer algumas marcas? Confira abaixo:

Xongani

Em sua página no Facebook, a marca explica que “Xongani é um termo do Changana, língua do Sul de Moçambique, na África, e significa algo como arrumem-se, enfeitem-se, fiquem bonitas”.

A marca importa seus tecidos do Sul de Moçambique e “por aqui, esses tradicionais tecidos do continente negro nos inspiram para, por meio da moda, resgatar e contemporanizar a afrobrasilidade que existe em nós”, enfatizam.

Baobá

A marca foi fundada pela jornalista Tenka Dara Pinho Silva. As roupas são desenvolvidas, majoritariamente, por mulheres e tem como objetivo “embeleza e fortalece um corpo de luta. Mais do que sobre tendências, fala de trajetórias e conquistas políticas e sociais que antecedem a sua própria história”.

Estilo Afro

Estilo Afro é um marketplace desenvolvido para empreendedores que querem vender suas roupas com referencias africanas. Por lá, é possível encontrar roupas infantis, femininas, masculinas e acessórios.

Isaac Silva

“Isaac Silva é uma loja democrática de roupas sem gênero que vestem todos os tipos de corpos. Com modelagens em sua maioria para vivências de verão, os tecidos são fluidos e frescos. As peças são separadas por coleção onde cada família possui uma característica específicas como P&B, color shock, estamparia ou minimalista”, explica a marca em seu site.