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Lembra dela? Ícone do final dos anos 90, ex-Feiticeira revela segredos de sua vida como símbolo sexual

Ela sofreu diversas resistências para conseguir encarnar a personagem Feiticeira. Saiba mais:

Joana Prado

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Joana Prado contou ao podcast Inteligência Ltda sobre como foi difícil convencer seus pais a permitirem que ela encarnasse o personagem de Feiticeira.

Ela vinha de uma família clássica e de classe média alta: seu pai, um engenheiro formado pela USP, e a mãe bastante religiosa.

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Joana diz que até então tinha tudo para seguir uma trajetória também tradicional:

“Meu sonho era fazer comércio exterior. Me mudar para os Estados Unidos e vender sanduíche natural na praia. De repente eu estava ali: de biquini em rede nacional”.

A ex-dançarina e empresária relatou que viveu momentos de desespero pois não sabia do que se travava o universo da televisão que ela estava conhecendo, e que chegou a chorar de soluçar em seu camarim.

Símbolo sexual

Para ela, a principal questão envolvia o fato dela jamais ter sonhado em se tornar um símbolo sexual do país. Mesmo sabendo que muitas mulheres sonhavam em estar no lugar dela, isso não tornava as coisas mais fáceis.

Para se aprimorar, ela trancou a faculdade e foi fazer um curso de teatro. Dessa forma, conseguiu construir e se sentir confortável dentro de um personagem.

Capitalizar o momento

Levando uma vida bem diferente hoje em dia, Joana relembra os tempos de Feiticeira como um período de crescimento financeiro, no qual ela pode explorar seu personagem para estruturar sua vida financeira:

“Tudo o que eu pude capitalizar, eu capitalizei”, conta Joana sobre o período de grandes lucros, que foram desde produtos licenciados com seu nome até o recorde de vendas da antiga revista Playboy.

Hoje, casada, com filhos e empresária, ela leva uma vida bastante diferente.

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