logo
Saúde e Bem-estar 25/04/2021

Pílula do dia seguinte: os efeitos colaterais que você provavelmente não conhece

O seu uso tem escapado ao controle devido à pouca importância que atribuem aos seus efeitos secundários

Por : Redação

A pílula do dia seguinte se tornou uma aliada para impedir a gravidez indesejada. Porém, o seu uso tem escapado ao controle devido à pouca importância que atribuem aos seus efeitos colaterais.

De acordo com o levantamento mexicano Pesquisa Nacional de Dinâmica Demográfica (em espanhol), de 2018, 78% das mulheres do país latino conhecem esse método como prevenção de gravidez indesejada.

Também foi mencionado que algumas mulheres a consomem a pílula do dia seguinte de três a quatro vezes por mês. Porém, o Instituto Mexicano de Previdência Social não recomenda seu uso desenfreado, pois reduz a sua eficácia e pode causar manchas na pele.

Outros sintomas que podem ocorrer são:

  • variações do ciclo menstrual;
  • vômitos;
  • dor de cabeça;
  • dores nas mamas;
  • tontura; e
  • fadiga.

Leia também

Se você está gostando deste conteúdo, é provável que também se interesse pela nossa publicação mais recente:


Os mitos da pílula do dia seguinte

O uso da pílula do dia seguinte é emergencial e, embora seja verdade que protege da gravidez, não previne doenças sexualmente transmissíveis.

Ela também não é eficaz se a mulher já estiver grávida, já que a gestação não pode ser interrompida pelo seu consumo.

Alguns dos grandes mitos que se espalharam sobre a pílula é que ela pode produzir uma gravidez ectópica, aumentar o risco de câncer de mama e causar um efeito congênito na formação do feto durante uma gestação subsequente.

O Ministério da Saúde mexicano derrubou essas crenças ao garantir que não há evidências científicas nem incidentes médicos que confirmem qualquer uma dessas teorias relacionadas à pílula do dia seguinte.


⚠️ Atenção: este texto é de caráter meramente informativo e não tem a intenção de fornecer diagnósticos nem soluções para problemas médicos. Em caso de dúvida, consulte um especialista antes de começar qualquer tipo de tratamento.


Leia também


Apoie

Compartilhe os textos da NOVA MULHER com os seus amigos através das redes sociais e dos aplicativos de mensagem. O seu apoio ajuda a manter este site 100% gratuito. Cada contribuição é muito valiosa para o trabalho da nossa equipe de redatores.


Siga-nos

Você gostou deste conteúdo? Então siga a NOVA MULHER nas redes sociais para acompanhar mais novidades e ter acesso a publicações exclusivas: estamos no Twitter, no Instagram e no Facebook. Além disso, fazemos parte do Google Notícias:


Leia também


Apoie

Compartilhe os textos da NOVA MULHER com os seus amigos através das redes sociais e dos aplicativos de mensagem. O seu apoio ajuda a manter este site 100% gratuito. Cada contribuição é muito valiosa para o trabalho da nossa equipe de redatores.


Siga-nos

Você gostou deste conteúdo? Então siga a NOVA MULHER nas redes sociais para acompanhar mais novidades e ter acesso a publicações exclusivas: estamos no Twitter, no Instagram e no Facebook. Além disso, fazemos parte do Google Notícias: